Revolução, anticolonialismo e migração são debatidos em filmes africanos

Revolução, anticolonialismo e migração são debatidos em filmes africanos

Nos dias 08 e 09 de agosto, o Cineclube Bamako exibiu filmes africanos nos auditórios do Museu da Abolição e da Aliança Francesa, no Recife, respectivamente. Na primeira sala de exibição, o longa-metragem argelino A Batalha de Argel (1965), de Gillo Pontecorvo, foi contemplado pelo público. O integrante do Revocultura, Luis Silva, abriu o debate após o filme. Ele falou sobre o processo de revolução e guerrilha dos povos oprimidos pelo sistema, além de outros questionamentos.

Na segunda sala, o público conferiu dois curtas-metragens: o senegalês Constras´City (1969), de Djibril Diop Mambéty, e o tunisiano O Alfabeto de Minha Mãe (2008), de Nacer Khemir. O doutor e professor de sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Paulo Marcondes Ferreira Soares, discutiu vários pontos sobre esses filmes entre eles o anticolonialismo, a cidade de contrastes, a migração e a dor da espera.

Texto: Rogério Balbino

Esta publicação foi postada por balbinojornalista.

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